Algumas observações sobre a UT2
Apresentação e organização do CD
- mais sóbria apenas com os elementos de identificação pedidos, num mínimo de “linhas de leitura”; índice remissivo, ou para números (de página) ou para cores (na página); separadores por percurso e seguir, na ordem de organização do portefólio a sequência indicada na UT, em apresentação;
Quanto ao CD, já várias vezes foi explicado na aula que o mesmo deve ser organizado de maneira a conter todas as UT´s, assim como respectivos Percursos. Ao abrir o CD, a primeira pasta a aparecer poderá ter o nome do aluno; no segundo click , devem aparecer as pastas com o número das unidades (até agora, UT1 e UT2); ao clicar numa destas pastas, devem aparecer, em sub-pastas, os percursos de cada uma, incluindo a Análise de Dados(P1);
Percurso 1
- textos estruturado, interligado e abordando de forma sucinta mas clara – e com linguagem pessoal -, os conceitos e técnicas implicados na UT. O texto deve ser enriquecido com citações explícitas – com indicação da fonte, em nota de rodapé, ao fundo da página -, retiradas da bibliografia consultada, que deve aparecer no final, em folha separada do texto e dividida em “bibliografia consultada” e “bibliografia citada”. Ainda sobre as notas de rodapé, quando se tratar, na mesma página, do mesmo livro já citado, mas de um texto retirado de outra(s) páginas, indicar, idem e o número de página(s) à frente; se voltar a haver uma nova citação do mesmo livro, nas mesmas circunstâncias, indicar, ibidem.
Percurso 2
- os registos estão ainda muito limitados pela “realidade visível” e, necessariamente, pelo contorno. Nos esboços pretendem-se outras leituras da forma para além da “realidade visível”, outras interpretações, o uso da imaginação através de novos pontos de vista, mudança de escala, variações de incidência luminosa, tratamento ampliado de pormenores, enfim exploração de conceitos (textura, mancha, no caso) e dos elementos da linguagem plástica (ponto, linha, plano,etc). O esboço é um reconhecimento da forma, usando várias estratégias/registos que têm o objecto como ponto de partida, mas não necessariamente de chegada. Ainda neste Percurso, que pelo que atrás se escreve, essencialmente emocional, é importante “libertar” a expressão gestual que conduz o(s) traço(s).
Percurso 3
- é o oposto do Percurso anterior, já que não apela à emoção mas à racionalidade do olhar. O importante é perceber a relação entre o todo e as partes para, depois conferir o contrário, a relação entre as partes e o todo. Neste Percurso, insisto na aplicação de um método – o que tenho ensinado -, mas se encontrarem outro que conduza ao objectivo pretendido: a proporção da forma proposta para registar.
PS: Os trabalhos dos alunos colocados aqui, no blogue, não são, necessariamente, os “melhores”. São antes exemplos de como foi explorado um percurso, e que deve fazer pensar, tanto pelos aspectos positivos alcançados, como pelas soluções menos conseguidas.
JA
UT2_Avaliação

Imagem da UT3


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Notas sobre a Análise de Dados
Os elementos a estudar na Análise de Dados, são os relacionados com os conceitos estruturais da linguagem plástica e sobre os materiais, pedidos em cada UT.
No caso da UT2, os conceitos sobre os quais tens de investigar, reflectir e escrever (num texto sucinto, mas bem estruturado), são: texturas e mancha. Tens ainda de investigar sobre o conceito de esboço, proporção, linhas de construção e contorno e ainda composição, nas artes plásticas.
O teu texto tem de ser fundamento por citações explícitas, remetidas para notas de rodapé, que, por sua vez, remetem para a bibliografia citada, incluindo sites, onde deves acrescentar a data de acesso aos mesmos. Para além desta podes e deves incluir bibliografia consultada, mas que não foi citada.
Relativamente aos materiais, no caso da UT2, a tua investigação deve incidir sobre: tipos de papel; grafites e lápis.
o prof.
UT2 (grupo 1) e (grupo 2)

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UT1 / Unidade de diagnóstico

2009 / 2010

Início da aventura_2009/2010_12ºN
UT9
DESENHO 12Processos de análise e síntese / Domínios da linguagem plástica |
2008/ 09
|
UT 9 |
Grupo I
(Depois de construído o modelo do verso, coloca-o sobre a mesa, no canto superior direito.)
1 – Procede à sua representação, gráfica à mão livre, recorrendo a técnicas mistas de traço e mancha, utilizando apenas grafites. O registo deverá ficar centrado e ocupar um terço da área disponível da folha. A representação deverá respeitar os seguintes requisitos: observância da forma geral e das proporções entre as partes do modelo; exploração criteriosa dos elementos estruturais da linguagem plástica.
2 – Num apontamento, a aguarela, regista duas posições diferentes do modelo, numa ocupação do espaço equilibrada e harmoniosa. Num dos registos, usa apenas uma cor e diferentes densidades tonais, para exprimir a superfície, o espaço e a transparência. No outro faz uma representação fiel às cores do modelo.
3 – Transfere o registo feito em 1 e, usando apenas pastéis de óleo, faz uma representação expressiva com uma paleta de cores frias.
Grupo II
A figura 2 do verso, é uma reprodução de um desenho a tinta-da-china de Amadeu de Souza-Cardoso. Observa a imagem tendo em atenção o grafismo e o movimento.
Faz uma transformação gráfica da imagem e cria um padrão, recorrendo ao efeito de rotação. Para isso selecciona um ou dois dos animais que integram a imagem e utiliza-o(s) para definir um módulo. Podes acrescentar outros elementos gráficos que valorizem o conjunto. Dimensiona o trabalho ao espaço da folha. Para transferires as figuras, podes utilizar papel vegetal.
Cotações
Grupo I
Representação á vista de um modelo tridimensional, com a exploração da capacidade de análise.
1 — 40; 2 — 40; 3 — 40: sub-total 120
Grupo II
Representação gráfica com exploração da capacidade de síntese.
— 80 : sub –total – 80
Total – 200
Calendário: Início29 Abril; Entrega (final da aula) 12 Maio
- João Alvim, prof. (Baseado na Prova de Desenho A, 2008, 2ª Fase )
(Verso 1)

(Verso 2)
